segunda-feira, 30 de agosto de 2010

uma noite. futebol e política

O pleito eleitoral de 2010 indica e margeia categoricamente qual o grau da democracia brasileira vigente.
Além, obviamente, da abordagem político-partidária, que fenomeniza, uma parte, da discussão totalizante de nossa democracia. Analisar o Brasileirão-político tem seus motivos.  É preciso um olhar de que futebol-político será o dos próximos tempos. O Time-político é importante para a conquista; tradição, feitos, glórias e camisa é sinonimo respaldo popular e competitividade. Os arranjos não estão descartados. No Time-político dos outros também tem jogadores copeiros.
A grande questão é a seguinte. As pessoas visualizam projetos, sim! Entretanto a atualidade da sociedade é a das pessoas; a dos ícones na sua concepção mais primitiva; não é privilégio da sociedade atual; É um ritual tribal.. Não adianta contestar; é isso e ponto. Se é pra ser diferente é outra discussão. Nós significamos apartir do objeto; esse objeto vira uma coisa; a coisa vira ícone e a materialidade disso é uma pessoa!
Bom o Brasileirão-político começou. Não gostou? não joga. Fica de comentarista... ou? Bom dá pra pensar, projetar que futebol-político será no futuro. Talvez um associar-filiar-se; disputar o clube-partido; ou se prefirir entra em campo e joga-concorre. E... invista nas categorias de bases! a pequena grande fórmula que muito time-partido tem esquecido. Importante investir em Centros de Treinamento- formação política. É... não dá pra inventar a genialidade dos grandes craques-políticos. Elas aparecem.